Prova de títulos.
Seis problemas que custam pontos na sua classificação.
Título entregue e não pontuado
Critério de pontuação alterado depois do edital
Certificado recusado por formalidade
Curso concluído, diploma ainda não expedido
Experiência profissional não computada
Pontuação sem espelho e recurso sem análise
Do título recusado à nota recalculada, em quatro movimentos.
Conferência título a título
Recurso com complementação documental
Medida judicial de reclassificação
Acompanhamento até a homologação
O que já escrevemos sobre prova de títulos.
Advogado Especialista em Concurso Público: Por que contratar um?
AVALIAÇÕES
Sua confiança, nossa entrega.
Dúvidas frequentes sobre títulos.
Em concurso, quase sempre vale. A prova de títulos é a última etapa a mexer na classificação, e é comum que a diferença entre ser chamado e ficar no cadastro de reserva esteja em uma fração de ponto. O que decide não é o tamanho da diferença, é a posição que ela muda.
Em regra não: o prazo de entrega dos títulos é preclusivo. O que se admite com mais frequência é a complementação de um documento já entregue — corrigir uma autenticação, juntar o histórico que faltava — e não a apresentação de um título novo.
Pode corrigir erro material, desde que motive, dê publicidade e permita defesa. O que não pode é aplicar critério que não estava no edital, nem reduzir a nota de quem já havia sido classificado sem observar a boa-fé e a proteção da confiança.
Depende de duas coisas: se há ilegalidade concreta e se a repontuação muda a sua posição. Quando as duas estão presentes, é uma das discussões com melhor relação entre esforço e resultado, porque a prova é documental.