Remuneração.
Seis discussões sobre o seu dinheiro.
Cobrança de valores recebidos de boa-fé
Erro de cálculo ou de sistema
Cota do PASEP corrigida a menos
Prazo para discutir o PASEP
Diferenças que prescrevem mês a mês
Equiparação com outro cargo ou carreira
Quatro movimentos em discussão de dinheiro.
Levantamento documental
Enquadramento do caso
Cálculo do recuperável
Via administrativa e judicial
O que escrevemos sobre verbas e descontos.
Servidor público deve proceder com a restituição de valores pagos indevidamente pela Administração?
AVALIAÇÕES
Sua confiança, nossa entrega.
Dúvidas frequentes sobre remuneração.
Não sem processo e sem defesa, e nem sempre pode cobrar. Se o pagamento nasceu de interpretação errada da lei pelo próprio órgão e você agiu de boa-fé, o Tema 531 do STJ afasta a devolução. Se foi erro operacional, o Tema 1009 exige a devolução salvo prova de boa-fé objetiva — inclusive de que não era possível perceber o erro.
Depende do extrato e da data em que você tomou ciência da diferença. O Tema 1150 do STJ reconheceu a legitimidade do Banco do Brasil e fixou prescrição de dez anos, contada da ciência comprovada dos desfalques. O primeiro passo é obter o histórico da conta — sem ele não há cálculo nem causa.
Dos cinco anos anteriores à propositura da ação, por força do Decreto 20.910/32. Em verba de trato sucessivo o direito não se perde por inteiro, mas as parcelas mais antigas saem da conta a cada mês — o que torna a demora um custo direto.
Não por isonomia: a Súmula Vinculante 37 do STF veda ao Judiciário aumentar vencimentos com esse fundamento. O que funciona é apontar o descumprimento da norma que rege o seu cargo — verba devida e não paga, cálculo incorreto ou desvio de função, que o STJ resolve pela Súmula 378.